sábado, 27 de novembro de 2010

JPOPPERS BRASIL AS MELHORES BANDAS DE JPOP POP JAPONÊS

FALA GALERA...COM O SUCESSO DOS ANIMES E O DOS FILMES JAPONESES,AS BANDAS DE JPOP ESTÃO CADA VEZ MAIS POPULARES AO REDOR DO PLANETA,INCLUSIVE POR AKI NO BRASIL...POIS NÃO É DE HOJE QUE O J-POP VEM CONQUISTANDO A WEB,E POR ISSO RESOLVI POSTAR PRA VCS OS MELHORES ARTISTAS DE J-POP DA ATUALIDADE,E QUEM NÃO CURTIA,JÁ PODE COMEÇAR AGORA,POIS VALE A PENA CONFERIR ESSE SOM DIFERENTE DOS ASIÁTICOS. CONFIRAM AI UM NOVO TOP 10 JPOP,COM ESSE INOVADOR SOM QUE FAZ  A CABEÇA DOS OTAKUS NO MUNDO INTEIRO,VLW GALERA ATE:

= AAA (ATTACK ALL AROUND)
7 MEMBROS: Nishima Takahiro,Urata Naoya,Sueyoshi Shuta,Atae Shinjiro,Hidaka Mitsuhiro,Uno Misako,Ito Chiaki 
EX MEMBROS: Goto Yukari



= UVERWORLD
5 MEMBROS: TAKUYA,Katsuya,Akira,Nobuto,Shintarou 
EX-MEMBROS: Seika,Hiko


= PERFUME 
5 MEMBROS: Ayano Ōmoto,Yuka Kashino,Ayaka Nishiwaki
EX-MEMBROS: Yuuka Kawashima


 = BACK-ON
4 MEMBROS: Kenji03,Teeda,Shu,Gori
EX-MEMBROS: Macchin,Icchan


 = DIVA 
10 MEMBROS: Sayaka Akimoto,Yuka Masuda,Sae Miyazawa,Ayaka Umeda,Satoko Kasuya,Yūki Futami,Atsuko Furukawa,Ramu Fukuno,Ayaka Yamagami,Yuina Inoue


= GARNET CROW
4 MEMBROS: Yuri Nakamura,AZUKI Nana,Hitoshi Okamoto,Hirohito Furui
 


= VIVID
5 MEMBROS: Shin,Reno,Ryōga,Iv,Ko-Ki



= MELON KINENBI 
4 MEMBROS:Hitomi Saito,Megumi Murata,Masae Ōtani,Ayumi Shibata




 = KIS-MY-FT2
7 MEMBROS: Hiromitsu Kitayama,Kento Senga,Toshiya Miyata,Wataru Yokō,Taisuke Fujigaya,Yūta Tamamori,Takashi Nikaidō
EX-MEMBROS: Kyōhei Iida


= 9NINE
9 MEMBROS: Satake Uki,Nishiwaki Sayaka,Kawashima Umika,Yoshii Kanae,Murata Hirona, Matsuzawa Azusa,Wagatsuma Miwako,Kato Rubi,Ashida Marie


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O SUMIÇO DE OWEN PARFITT MISTÉRIOS INEXPLICADOS

 
FALA GALERA...UM ESTRANHO CASO ACONTECIDO EM 1763 NA INGLATERRA,INTRIGA AS AUTORIDADES ATE HOJE,O MISTERIOSO SUMIÇO DE OWEN PARFITT,UM IDOSO ALEIJADO,ENTROU PARA HISTORIA COMO UM DOS ACONTECIMENTOS MAIS MISTERIOSOS E INEXPLICÁVEIS DA HUMANIDADE...EMBORA SURGISSEM VARIAS TEORIAS,NINGUÉM JAMAIS SOUBE O QUE REALMENTE ACONTECEU,ENTÃO LEIAM E TIREM SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES SOBRE ESSE ENIGMÁTICO CASO.

Tudo aconteceu Na pequena cidade de shepton mallet, na Inglaterra. Onde lá vivia um velho alfaiate chamado Owen parfitt, Ele era um homem bem conhecido pelos habitantes da cidade, Mas apos seus 60 e poucos anos, ele foi paralisado completamente por um derrame maciço. Owen morava com sua irmã susannah, em uma típica casa inglesa. Ele adorava ficar horas olhando o horizonte, e Em junho de 1763 Como era seu hábito nas tardes quentes, visualmente incapaz de se mover, o velho ficava sentado quieto em sua cadeira, com o seu casaco dobrado, olhando Através da estrada de Turnpike que na época tinha uma linda fazenda, lá na fazenda os trabalhadores estavam terminando as tarefas diárias de fazenda, como de cortar o feno e recolher o gado. Durante horas Owen ficava lá sozinho, olhando fixamente a linda paisagem, com seu casaco sobre o peito, enquanto isso sua irmã cuidada dos afazeres domésticos. E Por volta das 7 horas da noite, a sua irmã Susannah, veio lá fora com um vizinho para lhe ajudar a trazer Owen para dentro de casa, porque uma forte chuva logo se aproximava. Mas ao chegarem à varanda, ele havia sumido, ele não foi encontrado nos arredores da casa, ele havia simplesmente desaparecido, Tanto a irmã Susannah,quando ao vizinho ficaram pasmados, como aleijado Owen parfitt tinha evaporado no ar assim?. Mas Sendo inválido era impossível para Owen mover-se, mesmo que por milagre ele andasse, não se moveria tão rapidamente, havia uma abundância de testemunhas em torno na época, e ninguém relatou ter visto nada de estranho, ou vendo alguém se aproximar de Owen na varanda. Onde ele estava sentado restou somente à cadeira vazia, e o casaco dobrado. Mas não havia nenhum vestígio de Owen no local, em pânico Susannah chamou os moradores próximos, e os trabalhadores da fazenda, para ajudá-la na busca. Logo A cidade inteira se mobilizou para achá-lo, mas todos se perguntavam como um velho aleijado de 60 e poucos anos, de alguma forma ele milagrosamente conseguiu levantar de uma cadeira e fazer o seu caminho para a estrada Turnpike, pois certamente um dos 3.000 habitantes da cidade teria o notado ele andando. A polícia se prontificou, mas os meses foram passando sem qualquer noticia de Owen parfitt. As investigações deste caso continuaram até o ano 1933, nesse meio tempo, muitas pistas falsas foram lançadas, muitos diziam ter visto ele em varias cidades ao mesmo tempo.
 
Em 1814, o advogado William Maskell entrevistou todo mundo que tinha qualquer lembrança daquele evento. Seus resultados, foram publicados em 1872 por seu filho, mostram apenas que suas testemunhas eram propensas a se contradizer a si mesmas e uns aos outros em quase toda a matéria de fato. Mas nenhuma pista ou traço do destino dele foi descoberto. Owen parfitt sumiu para sempre, Boatos locais diziam que Owen teria sido um pirata quando jovem, e possuía um grande tesouro, e sua paralisia foi armada por ele mesmo. Mas Já outros diziam que ele tinha feito pacto com o diabo, e o próprio teria vindo buscar sua alma. A história estava quase esquecida, mas tornou-se notícia local novamente em 1813, quando algumas obras de rotina em Shepton Mallet desenterraram acidentalmente um esqueleto humano. Todos chegaram à conclusão de que deveria ser restos de Owen, e as teorias foram apresentadas sobre a forma de como o corpo de Owen tinha chegado ao fim tão indigno. A comunidade médica analisou os misteriosos restos mortais, no entanto as pesquisas concluíram que o esqueleto não era de um velho aleijado, e sim de uma mulher jovem.
 
Enfim galera...Sobrenatural ou não. Em julho de 1763, um senhor doente e paralítico desapareceu e nunca mais foi visto. O caso do sumiço de Owen parfitt Ganhou uma fama mundial, mas seu enigmático desaparecimento permanece ate hoje indecifrável pelas autoridades.vlw galera ate.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O SUMIÇO DE OWEN PARFITT

 
FALA GALERA...UM ESTRANHO CASO ACONTECIDO EM 1763 NA INGLATERRA,INTRIGA AS AUTORIDADES ATE HOJE,O MISTERIOSO SUMIÇO DE OWEN PARFITT,UM IDOSO ALEIJADO,ENTROU PARA HISTORIA COMO UM DOS ACONTECIMENTOS MAIS MISTERIOSOS E INEXPLICÁVEIS DA HUMANIDADE...EMBORA SURGISSEM VARIAS TEORIAS,NINGUÉM JAMAIS SOUBE O QUE REALMENTE ACONTECEU,ENTÃO LEIAM E TIREM SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES SOBRE ESSE ENIGMÁTICO CASO.

Tudo aconteceu Na pequena cidade de shepton mallet, na Inglaterra. Onde lá vivia um velho alfaiate chamado Owen parfitt, Ele era um homem bem conhecido pelos habitantes da cidade, Mas apos seus 60 e poucos anos, ele foi paralisado completamente por um derrame maciço. Owen morava com sua irmã susannah, em uma típica casa inglesa. Ele adorava ficar horas olhando o horizonte, e Em junho de 1763 Como era seu hábito nas tardes quentes, visualmente incapaz de se mover, o velho ficava sentado quieto em sua cadeira, com o seu casaco dobrado, olhando Através da estrada de Turnpike que na época tinha uma linda fazenda, lá na fazenda os trabalhadores estavam terminando as tarefas diárias de fazenda, como de cortar o feno e recolher o gado. Durante horas Owen ficava lá sozinho, olhando fixamente a linda paisagem, com seu casaco sobre o peito, enquanto isso sua irmã cuidada dos afazeres domésticos. E Por volta das 7 horas da noite, a sua irmã Susannah, veio lá fora com um vizinho para lhe ajudar a trazer Owen para dentro de casa, porque uma forte chuva logo se aproximava. Mas ao chegarem à varanda, ele havia sumido, ele não foi encontrado nos arredores da casa, ele havia simplesmente desaparecido, Tanto a irmã Susannah,quando ao vizinho ficaram pasmados, como aleijado Owen parfitt tinha evaporado no ar assim?. Mas Sendo inválido era impossível para Owen mover-se, mesmo que por milagre ele andasse, não se moveria tão rapidamente, havia uma abundância de testemunhas em torno na época, e ninguém relatou ter visto nada de estranho, ou vendo alguém se aproximar de Owen na varanda. Onde ele estava sentado restou somente à cadeira vazia, e o casaco dobrado. Mas não havia nenhum vestígio de Owen no local, em pânico Susannah chamou os moradores próximos, e os trabalhadores da fazenda, para ajudá-la na busca. Logo A cidade inteira se mobilizou para achá-lo, mas todos se perguntavam como um velho aleijado de 60 e poucos anos, de alguma forma ele milagrosamente conseguiu levantar de uma cadeira e fazer o seu caminho para a estrada Turnpike, pois certamente um dos 3.000 habitantes da cidade teria o notado ele andando. A polícia se prontificou, mas os meses foram passando sem qualquer noticia de Owen parfitt. As investigações deste caso continuaram até o ano 1933, nesse meio tempo, muitas pistas falsas foram lançadas, muitos diziam ter visto ele em varias cidades ao mesmo tempo.
 
Em 1814, o advogado William Maskell entrevistou todo mundo que tinha qualquer lembrança daquele evento. Seus resultados, foram publicados em 1872 por seu filho, mostram apenas que suas testemunhas eram propensas a se contradizer a si mesmas e uns aos outros em quase toda a matéria de fato. Mas nenhuma pista ou traço do destino dele foi descoberto. Owen parfitt sumiu para sempre, Boatos locais diziam que Owen teria sido um pirata quando jovem, e possuía um grande tesouro, e sua paralisia foi armada por ele mesmo. Mas Já outros diziam que ele tinha feito pacto com o diabo, e o próprio teria vindo buscar sua alma. A história estava quase esquecida, mas tornou-se notícia local novamente em 1813, quando algumas obras de rotina em Shepton Mallet desenterraram acidentalmente um esqueleto humano. Todos chegaram à conclusão de que deveria ser restos de Owen, e as teorias foram apresentadas sobre a forma de como o corpo de Owen tinha chegado ao fim tão indigno. A comunidade médica analisou os misteriosos restos mortais, no entanto as pesquisas concluíram que o esqueleto não era de um velho aleijado, e sim de uma mulher jovem.
 
Enfim galera...Sobrenatural ou não. Em julho de 1763, um senhor doente e paralítico desapareceu e nunca mais foi visto. O caso do sumiço de Owen parfitt Ganhou uma fama mundial, mas seu enigmático desaparecimento permanece ate hoje indecifrável pelas autoridades.vlw galera ate.

A VILA ANJIKUNI DESAPARECIMENTOS MISTERIOSOS

 
FALA GALERA...A HISTÓRIA DA VILA ANJIKUNI PERCORRE O MUNDO ATE HOJE,COMO UMA ALDEIA INTEIRA DE ESQUIMÓS,DESAPARECEM SEM DEIXAR RASTROS ???,OS ESQUIMÓS POR NATUREZA JÁ SÃO ISOLADOS.POUCAS PESSOAS JA VIU UM DELES DE VERDADE,OU SEJA,O QUE ACONTECE NA ALDEIA,FICA NA ALDEIA.JÁ FOI COMPROVADO QUE A VILA EXISTIU,MAS O QUE ACONTECEU COM ELA,PERMANECE UM MISTÉRIO INEXPLICÁVEL,FAZENDO SURGIR MILHARES DE LENDAS AO SEU RESPEITO,E EMBORA ESTUDIOSOS PROCUREM DAR UMA EXPLICAÇÃO LÓGICA SOBRE O SUMIÇO COLETIVO,NINGUÉM JAMAIS SOUBE O QUE REALMENTE ACONTECEU COM AS PESSOAS DAQUELA PEQUENA VILA,ENTÃO CONHEÇAM ESSA REAL E INTRIGANTE HISTÓRIA,E TIREM SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES SOBRE O CASO.

O enigma da vila anjikuni percorre o mundo por sua impactante e estranha história. Como uma aldeia inteira de esquimós, pode desaparecer sem deixar rastros? Os esquimós por natureza já são isolados da civilização. Poucas pessoas já viram um deles de verdade, ou seja, o que acontece na aldeia, fica na aldeia. Já foi comprovado que a vila existiu, mas o que aconteceu com ela, permanece um mistério inexplicável, fazendo surgir milhares de lendas ao seu respeito, e embora estudiosos procurem dar uma explicação lógica sobre o sumiço coletivo, ninguém nunca soube o que realmente aconteceu com as pessoas daquela pequena e fria vila de esquimós. Em meados de 1930, Havia uma pequena vila esquimó as margens do lago anjikuni. Ela era muito visitada por caçadores de pele que iam lá para se alimentar, ou buscar abrigo em dias de nevascas fortes. Um desses caçadores era Joe Labelle, já era de costume joe passar alguns dias do ano na aldeia. Um dia depois de uma longa caça, caminhando pela neve dentro da familiar vila de barracas que costumava passar as noites, Ele Percebe algo de errado. Para espanto de Joe, a vila estava silenciosa, e Completamente deserta. Exatamente duas semanas antes, o próprio Joe Labelle esteve na vila, e ela estava como de costume, uma vila cheia de vida com crianças correndo e fazendo algazarra. Velhas carregando roupas, e os homens carregando madeira e conversando nos alpendres. Mas inexplicavelmente a vila estava vazia. Era um silêncio sobrenatural, onde nem os animais eram ouvidos, Apenas o ruído do vento e das janelas de madeira que eventualmente batiam. Confuso e Sem encontrar ninguém para recepcioná-lo como de costume, Joe começou a procurar pelos nativos. Ele correu até o lago, e avistou que os caiaques dos esquimós ainda estavam nos seus lugares Intactos. As casas estavam abertas como de costume, e no interior delas, os tapetes, rifles e mantimentos estavam guardados. “Os esquimós não saem para caçar todos ao mesmo tempo”, pensou Labelle. Ainda mais sem os rifles. Labelle percebeu que nas fogueiras do acampamento, a essa altura todas apagadas, os potes de carne de caribus que é um tipo de cervo do Canadá, estavam congelados em seus lugares. Tudo estava em perfeita ordem e não havia sinais de incêndio, enchente ou vendaval que espantasse os esquimós. Tudo ao redor estava no lugar certo, com exceção das pessoas.

Era como se a comunidade inteira de duas mil pessoas tivesse deixado subitamente as suas casas no meio de um dia normal.  Labelle começou a ficar intrigado com aquilo tudo. Então Ele correu para as cercanias da vila e viu que não havia nenhum rastro de que os moradores tivessem passado por ali. Labelle era um Caçador experiente, que sabia seguir trilhas e rastrear pegadas na neve. Mas as únicas pegadas que achou eram as dele próprio. Labelle foi tomado por um estranho e mórbido sentimento, o Caçador saiu dali direto para o escritório telegráfico do distrito mais próximo, e ainda assustado alertou a polícia montada do Canadá. Os soldados ficaram atônitos, Eles nunca tinham ouvido história parecida. Logo Uma expedição foi imediatamente organizada a fim de investigar a vila, sendo também empreendida uma busca ao longo das margens do lago Anjikuni. Mas ao passar das horas,não foi possível localizar a tribo perdida, e a expedição só serviu para agravar mais o mistério. Ao chegar ao acampamento deserto, os mounty, como são chamados a policia do Canadá, eles encontraram duas gélidas provas que insinuavam definitivamente a possibilidade de que houvesse ocorrido um evento sobrenatural na vila.
Em primeiro lugar, descobriram que os esquimós não levaram os seus trenós puxados por cachorros. Além disso, as carcaças dos huskies que são cachorros de neve, foram encontradas cobertas de neve acumulada pelo vento nas cercanias do acampamento. Os animais morreram de inanição, sem ninguém para cuidar deles, todos os cachorros morreram congelados de fome e sede. Em segundo lugar, em alguns aspectos o mais inacreditável, foi à descoberta de que as sepulturas dos ancestrais da tribo haviam sido profanadas e os restos mortais, tinha sido todos removidos. Ou seja, apenas os humanos, incluindo os mortos foram retirados da tribo. Por quem ou porque?, Ninguém sabe, Mas esses dois fatos deixaram as autoridades perplexas.
 
Pois Os esquimós não poderiam de maneira alguma, ter viajado sem um dos seus meios de transporte típicos os trenós ou caiaques. E jamais deixariam seus fiéis servos caninos morrerem de uma forma tão lenta e dolorosa. O segundo enigma, as sepulturas abertas, era o bastante para os etnólogos familiarizados com o comportamento de tribos estranharem, uma vez que a profanação de tumbas era desconhecida entre os esquimós. Além disso, o solo estava tão congelado que parecia petrificado, e seria impossível escavá-lo. Como afirmou um oficial mounty na ocasião: “Esse acontecimento é de um modo geral, fisicamente improvável.” 
O tempo passou, e nenhum rastro dos moradores esquimós foi encontrado, os ufólogos usam esse caso como uma das principais provas de contatos com vidas extraterrestres.
 
Enfim galera...Sobrenatural ou não, em meados de 1930 na vila anjikuni, aproximadamente 2.000 pessoas entre homens, mulheres e crianças, desapareceram e nunca mais foram vistas. O enigma a vila Anjukuni desperta curiosidades e teorias, mas nunca foi desvendado ate os dias de hoje.vlw galera ate:

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O ENIGMA DE MARIA CELESTE

FALA GALERA...NAVIOS FANTASMAS SEMPRE FORAM VISTOS COMO CONTOS DE PESCADOR, MAS UM DOS MAIORES MISTÉRIOS DO MAR, É O ENIGMA DA EMBARCAÇÃO DE MARIA CELESTE. CHAMADO DE "mary celeste mystery",MARIA CELESTE É UM CASO VERÍDICO QUE INTRIGA MILHARES DE PESSOAS AO REDOR DO MUNDO, DANDO ORIGENS A FILMES E DIVERSAS HISTÓRIAS SOBRENATURAIS SOBRE O ESTRANHO ACONTECIDO, MAS ATE HOJE NINGUÉM SABE AO CERTO O QUE REALMENTE ACONTECEU DENTRO DO BARCO NAQUELA NOITE...

Tudo começa no ano de 1860. Onde Havia um assombroso navio bergantim,seu nome original era “Amazon” (amazona). Ele Tinha 31 metros de comprimento, E por longos 10 anos, o navio se envolveu em inúmeros acidentes no mar durante as suas viagens. E Depois de ter passado por inúmeros donos, Ele acabou aparecendo num leilão de “salvação” no qual foi comprado. E Depois de muitos reparos, Zarpou de Halifax e ancorou na Baía de Glace, onde aguardava por um carregamento. O barco foi seriamente danificado quando uma tempestade o lançou em direção à costa. Seu capitão, William Thompson, o vendeu para dois homens da Baía. Eles restauraram todo o barco e no ano seguinte eles o venderam para Richard Haines, em Nova Iorque. Ele foi colocado sobre registro americano, e renomeado como “MARIA CELESTE”, o novo capitão era Benjamin Briggs, de 37 anos, Era considerado um mestre do mar, com três comandos anteriores, e com uma vasta experiência em viagens marítimas. Em 7 de Novembro de 1872, o navio partiu de Nova York com o Capitão Briggs,e sua família composta por sua esposa Sarah Elizabeth Briggs ,e sua filha pequena Sophia Matilda Briggs. Junto com eles tinha Uma tripulação de sete homens, os marinheiros eram comandados por Albert C. Richardson, o 1º oficial da marinha. Ao todo naquela viagem embarcaram no navio 10 passageiros. Ele foi carregado com 1.700 barris de álcool americano cru, que era uma fortuna para aquela época. Eles Partiram do porto e não mais voltaram. E Na noite de 5 de dezembro, O timoneiro chamado Del Gratia, avistou um navio vagando sem rumo pelo mar. Ao se aproximarem, viram que era o imponente Maria celeste. Mas depois de anos como marinheiro, o capitão David Morehouse imediatamente notou que havia algo errado No ar. Ordenou a tripulação que cercasse o navio com bastante cautela, pois havia possibilidade de piratas lá dentro. E quando estavam a uns 400 metros, tentaram se comunicar com a tripulação do Maria Celeste, mas nenhum contato foi respondido. Decidiram então investigar a fundo. E ao entrarem no navio, todos ficaram assustados, pois o capitão, sua família, e toda sua tripulação haviam desaparecidos sem deixar rastros.

E é ai que começa o grande mistério do Maria celeste. Lá dentro não havia nenhum sinal de luta, ou que a embarcação tivesse sido atacada, pois sua valiosa carga permaneceu intocada no porão. Foram Encontrados, alimentos, roupas, jóias, brinquedos da menina, objetos pessoais, Documentos e etc. tudo intacto, exceto o diário do capitão, o que obviamente explicaria tudo em seus relatórios. Os marinheiros também relataram que pratos estavam sobre as mesas, e Não havia previsão ou sinal de tempestade, naqueles dias. Desde então o desaparecimento da família e da tripulação Permanece um enigma ate hoje. Esse estranho fato Se tornou um grande mistério marítimo, Dando origem a todas as lendas de navios fantasma, e Ao relatarem o achado aos jornais, o caso ganhou uma fama mundial. Com todo esse passado trágico, o navio foi abandonado à deriva no caribe, permanecendo flutuando em pedaços. Mesmo com a fama de amaldiçoado, O barco foi recuperado e utilizado ao longo de doze anos por uma variedade de diferentes proprietários. Mas Em 3 de janeiro de 1885 o Mary Celeste foi deliberadamente afundado na costa haitiana pelo seu último capitão, numa tentativa frustrada de receber o valor do seguro. Os restos do bergantim foram encontrados em 2001 numa expedição liderada por Clive Cussler e pelo produtor de filmes John Davis.
Embora fossem lançados, livros, estudos, documentários, filmes e teorias. Ninguém jamais soube o que realmente aconteceu com aquelas 10 pessoas dentro do navio Maria celeste naquela sombria noite. Benjamin Briggs o Capitão, Sarah Elizabeth Briggs a Esposa do capitão, Sophia Matilda Briggs a Filha do capitão de dois anos de idade, Albert C. Richardson o 1º official, o dinamarquês Andrew Gilling o 2º official, Edward W. Head o Cozinheiro, Volkert Lorenson Marinheiro alemão, Arian Martens Marinheiro Neerlandês, e os outros dois jovens marinheiros alemães, Boy Lorenson, e Gotlieb Gondeschall, simplesmente evaporaram no ar como mágica.
Enfim galera...O caso de Mary Celeste é citado na primeira página do livro Sally e a Maldição do Rubi (The Ruby in the Smoke) de Philip Pullman, e novamente na primeira página do segundo livro da série, The Shadow in the North, onde o desaparecimento do navio fictício Ingrid Linde é citado como uma notícia comparável à do resgate do Mary Celeste. Sobrenatural ou não, 10 pessoas embarcaram em um navio e nunca mais foram vistas. O mistério de Maria celeste permanece sem solução ate os dias de hoje.
Benjamin Briggs, capitão do Mary Celeste:
Sarah Elizabeth Briggs, esposa do capitão:
Sophia Matilda Briggs, filha de Benjamin e Sarah:
Albert C. Richardson 1º official:

O FAROL DA ILHA FLANNAN

 
FALA GALERA...UM DOS MAIORES MISTÉRIOS QUE INTRIGAM ESPECIALISTAS ATE HOJE, É O ENIGMA DO FAROL DA ILHA FLANNAN, TRÊS HOMENS FORAM ENVIADOS AO FAROL PRA FAZER A SUA MANUTENÇÃO, MAS EM UMA NOITE DE TEMPESTADE, O FAROL NÃO ACENDEU SUA LUZ, OS MARINHEIROS ESTRANHARAM A SITUAÇÃO, E FORAM VER O QUE TINHA ACONTECIDO...AO CHEGAREM NO FAROL,MISTERIOSAMENTE OS TRÊS HOMENS HAVIAM SIMPLESMENTE DESAPARECIDOS,SEM DEIXAR QUALQUER RASTROS DE SEUS PARADEIROS,EMBORA MILHARES DE TEORIAS E EXPLICAÇÕES FORAM DITAS,ENTRE,MALDIÇÕES,ABDUÇÃO ALIENÍGENA,SUICÍDIO COLETIVO,E ATE MONSTROS DO MAR,NINGUÉM JAMAIS SOUBE O QUE REALMENTE ACONTECEU AQUELA NOITE NO FAROL DA ILHA FLANNAN,ENTÃO CONHEÇAM O CASO DE FLANNAN ISLES E TIREM SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES SOBRE O CASO...

Tudo aconteceu no reino unido em dezembro de 1900. No oeste da Escócia, a cerca de 20 milhas da Ilha de Lewis, existe um grupo de ilhotas conhecidas como Flannans. A maior das Ilhas Flannan, é chamada de Eilean Mor, e lá se localiza um antigo farol erguido em 1989. Pois esse trecho das ilhas era muito traiçoeiro para os navegadores, especialmente quando as tormentas deixavam o mar agitado e nevoeiros comprometiam a visibilidade. Por causa disso, Várias embarcações acabavam perdendo seu referencial, e se chocando com as rochas negras. Então para auxiliar os marinheiros, foi decidida a construção de um novo farol de 74 pés, cerca de 23 metros de altura na Ilha de Eilean Mor. O farol Flannan ficou pronto um ano Após o inicio da sua difícil construção, O farol deveria lançar um feixe de luz a cada 30 segundos emanando um raio luminoso com a potência de 140,000 velas a uma distância de 24 milhas, para guiar as embarcações perdidas, E assim foi feito. E Para a operação do farol, Uma equipe de três homens foi contratada para realizar a manutenção do equipamento. Uma equipe formada por três corajosos faroleiros guardava essa fortaleza particular de 23 metros de altura, havia uma troca de integrantes a cada duas semanas. Os homens se revezavam a cada 14 dias no farol, Uma equipe de três saía e outra chegava por navio. A ilha é minúscula, e está no meio do oceano, Não há terra nas proximidades, nem onde se esconder. Alem disso o acesso à ilha é dificílimo devido às rochas e encostas pontiagudas. No dia 7 dezembro de 1900, o experiente James Ducat o zelador do farol, chegou à ilha para recomeçar seu trabalho. Seu primeiro assistente, William Ross, tinha passado mal e um homem local Donald Macarthur, acabou assumindo o seu lugar. Macarthur era um zelador ocasional, que trabalhava lá somente quando os membros regulares do grupo tinham algum problema. Thomas Marshall, o segundo assistente completava o trio de faroleiros. Na embarcação que os levava para a ilha, estava também Robert Muirhead, o superintendente dos faróis. As inspeções rotineiras era uma parte de seu cargo, por isso Muirhead costumava de manter um controle rígido dos homens sob sua supervisão. O superintendente ficou algum tempo no farol verificando se tudo estava em perfeita ordem. Após isso, Ele então encerrou o relatório de campo, Cumprimentou cada um dos homens, e partiu de volta para cidade.  Sem saber, O superintendente Muirhead foi à última pessoa que viu o trio de faroleiros vivos. Durante a semana seguinte, como era a prática padrão, o farol foi mantido sob a observação periódica da terra, Um telescópio era apontado da costa para a ilha de Flannan em intervalos regulares. Era um trabalho aparentemente simples, porem marcado pelo isolamento e longos períodos de solidão. Os homens contratados para o serviço eram experientes e cumpriram seu trabalho corretamente, Eles tinham uma casa, com vários suprimentos, e passavam as noites jogando cartas enquanto mantinham a vigília. E em caso da emergência, os zeladores do farol poderiam içar uma bandeira de alerta, que o auxílio seria imediatamente enviado a eles via barco. Durante os dias que se seguiram, o farol foi obscurecido freqüentemente pela névoa. Durante duas semanas, uma névoa pesada envolveu todo o farol. Sendo assim, o farol não ficou visível na base da marinha até o dia 29 dezembro. A lâmpada estava visível no dia 7 dezembro, mas foi obscurecida pelo mau tempo nas quatro noites seguintes. Ela foi vista acesa outra vez no dia 12 dezembro, E Após aquele dia, não se viu mais nada na ilha.
 
Em 15 de dezembro de 1900, apenas alguns dias depois de completar o primeiro aniversário de operação do farol. O navio S.S Archtor navegava por volta da meia noite nos arredores das ilhas flannan, e esperava receber os flashes de luz vindo da ilha para auxiliá-los no mar, a tripulação foi para fora do navio se questionando o porquê as luzes não acendiam. O Capitão Holman do navio Archtor, que estava a caminho de Leith na Escócia, percebeu que a luz do farol flannan estava simplesmente apagada. O mar estava muito forte, e as luzes do farol seriam de extrema importância naquelas horas, furioso com o desleixo da cena, Holman enviou uma mensagem criticando o serviço do farol, para o quartel general da Cosmopolitan Line Steamers, que era a empresa responsável pelos serviços. A central tentou entrar em contato com um grupamento marítimo em Galen Rock, para que eles averiguassem o que havia acontecido na ilha, mas uma forte tempestade havia cortado completamente as comunicações. E Nas noites seguintes, as embarcações que passaram pela área perceberam que a luz do farol flannan permanecia misteriosamente apagada. Então Um grupo foi organizado para seguir até o farol em 20 de dezembro, mas as incessantes tempestades dificultavam a saída do porto. Um dos botes que levava o grupo quase virou e eles resolveram desistir até que as condições do tempo melhorassem. E No dia 26, logo após o Natal, a tripulação de um mercante passando perto da ilha, soou uma buzina saudando o farol e em seguida disparou um sinalizador. Nenhuma das duas tentativas de contato obteve resposta, embora um dos marinheiros que observava a ilha com binóculos tenha dito que viu estranhos movimentos na praia rochosa. Ao chegar ao seu destino, o capitão pediu que uma equipe fosse enviada para investigar o caso. O mar ainda estava bravo, mas permitia a aproximação de um pequeno bote a remo. Era costume Uma bandeira ser erguida para mostrar boas-vindas aos seus substitutos. Isso acontecia costumeiramente, mas Naquele dia não aconteceu, pois não havia homens, nem bote, muito menos a bandeira. O capitão Harvie, no barco Hesperus, deu ordens para soar a sirene, mas também não obteve nenhuma resposta. Sem qualquer sinal de contato dos três homens dentro do farol, eles perceberam que teriam que entrar na ilha sem qualquer tipo de ajuda. Os homens escalaram uma parte da rocha até chegar à corda que era usada para auxiliar na subida pela encosta da ilha. Os homens se arriscaram, e no fim da noite finalmente chegaram ao farol.

Ao chegarem lá, notaram que o lugar estava deserto, o faroleiro Joseph Moore, encontrou a porta da casa que servia de abrigo fortemente trancada por dentro. Ele chamou e bateu palmas, mas não obteve resposta de ninguém no interior da casa. Preocupado, ele arrombou a porta com certa dificuldade, pois havia uma forte barricada improvisada barrando o acesso. Na cozinha, Joseph Moore descobriu que o fogo da lareira havia queimado sem parar. Na sala, percebeu que o relógio da parede havia simplesmente parado. Já Nos quartos as camas estavam arrumadas, mas não havia qualquer sinal de seus companheiros, as lareiras estavam apagadas há muito tempo. Os três vigias James Ducat, Thomas Marshall e Donald McArthur todos haviam simplesmente desaparecidos. Muito Assustado com a cena, Joseph Moore relatou que também havia comida feita, para um almoço ou uma janta pronto nas panelas, mas não foram servidos, eles chamou pelos seus colegas muitas vezes, mas somente os sombrios sons da ilha isolada ele ouviu, assombrados com a situação, eles não tiveram coragem para caminhar até o farol e ver se eles estariam lá dentro. Joseph Moore e Jim McCormack voltaram ao barco e deu ao capitão Harvie a má notícia. Ofegantes, os dois explicaram que o grupo havia sumido no ar como mágica. O capitão instruiu o terceiro assistente retornar ao farol com três outros, para que tomassem conta da manutenção provisória do farol antes que acontecesse alguma tragédia com os outros barcos que navegavam na região. Enquanto isso, o Hesperus retornaria a Breasclete para informar as autoridades o ocorrido. Todos Montaram uma busca completa na ilha do farol, Mas nenhum sinal dos três homens jamais foi encontrado. Um telegrama foi emitido por Harvie à secretária dos comissários do norte mais tarde naquele mesmo dia, informando o estranho desaparecimento dos funcionários Na ilha Flannan, Joseph Moore e seu parceiro Jim McCormack fizeram uma busca ainda mais rigorosa pelo farol e um retrato dos últimos eventos começou logo a emergir. Ao que puderam observar, tudo correu bem no farol até a tarde de 15 de dezembro.
O diário de bordo dos faroleiros era fundamental para as investigações. O diário estava intacto, com dados detalhadas dos procedimentos e relatórios de cada dia até o dia 13. O chefe da zeladoria do farol James Ducat havia esboçado parte do relatório dos dias 14 e 15 em uma folha solta. Logo Uma equipe de resgate composta de quatro homens e mais um capitão foi rapidamente organizada em Galen Rock seguiu para investigar. Ao chegarem ao farol, A equipe escreveu o seguinte relatório:

As lâmpadas estão limpas e o equipamento em perfeito estado de funcionamento. Há combustível para o acionamento do farol, e ele parece estar preparado para utilização.
Na sala de operações, encontramos uma cadeira caída perto da mesa. Havia um baralho espalhado pelo chão e uma garrafa quebrada. No alojamento abrimos os armários onde encontramos roupas pertencentes aos guardiões. Duas capas de chuva e um par de galochas estão faltando. O telhado da casa parece ter sido atingido com força pela tempestade porque apresenta goteiras em vários pontos. Móveis foram movidos fora da posição original, segundo Moore A pistola de sinalização não foi encontrada, nem os apitos de sinal. A casa de barcos foi seriamente danificada pela tempestade, O bote também foi danificado, bóias estavam espalhadas para todo lado e o equipamento que era mantido ali foi revirado. Não há nenhum sinal dos empregados do farol, E Apesar da bagunça, não há nenhum indício de luta ou desentendimento entre eles. Após a conclusão, Imediatamente um telegrama foi enviado para William Murdoch, Secretário responsável pelo funcionamento dos faróis na área, dizendo o seguinte relato: “Um terrível acidente aconteceu em Flannans. Os três vigias do farol: Ducat, Marshall e o temporário Mc Arthur desapareceram. Nós vasculhamos a ilha toda e não encontramos sinal deles. Sumiram da face da Terra”.

Ninguém podia acreditar, mas os três homens haviam simplesmente evaporado no ar durante a noite. A notícia rapidamente se espalhou por todo o reino unido, e a tragédia apareceu no Highland News com a manchete:

DESASTRE NAS ILHAS FLANNAN: MAIS UM MISTÉRIO SEM SOLUÇÃO

Os jornais foram rápidos em conectar o estranho acontecimento a duas tragédias que também haviam ocorrido recentemente. Em abril um vigia havia escorregado nas escadas perto da casa de barcos e sofreu uma queda em que quebrou o pescoço. Em agosto um barco a remos que se aproximava de Eilean Mor virou e quatro homens se afogaram na água gelada. Mas aquela tragédia era ainda mais bizarra, sobretudo porque ninguém sabia o que realmente havia acontecido.Especulou-se que James Ducat em sua última visita a costa, pouco menos de um mês antes do desaparecimento, havia reclamado de seu trabalho. Ele resmungou que não gostava de ficar em Eilean Mor e afirmava que o lugar não era "bom para seus nervos". Para muitos, ele havia tido uma espécie de premonição sobre o que estava para acontecer. Ducat havia enviado um pedido a Robert Muirhead o supervisor, para ser transferido para outra função. Muirhead insistiu, entretanto para que o empregado continuasse na função, ao menos até o próximo ano, até que um novo substituto seria providenciado. Para ser um vigia de farol, a vida tende a ser solitária e tediosa, mas para a equipe na Ilha de Flannan as coisas nunca foram muitas tranqüilas. Pois para sobreviver eles tinham que lidar com um clima constantemente furioso, com tempestades de ventos cortantes, e um frio absoluto eram seus companheiros habituais. Alem disso eles precisavam realizar diariamente o mesmo trabalho maçante e repetitivo. Sem contar o espaço que moravam era pequeno e confinado. Os indícios apontavam que uma última pessoa havia ficado na casa e que ela havia se refugiado na cozinha depois de trancar as portas com barricadas. A pergunta que ecoava nas cabeças de todos era:
Porque ele teria se escondido nesse lugar? E o que ele queria manter do lado de fora?

No caderno de anotações de Ducat, a última informação é do dia 15 de dezembro. Não há nada de estranho: a leitura da velocidade do vento e temperatura foi realizada como manda o manual. Ele comenta que a luz foi apagada às 9 da manhã do dia 15, pois havia luz suficiente para navegação. De fato, na tarde de 14 de dezembro houve uma forte tempestade com ondas muito altas, mas no dia 15, data da última anotação no diário, curiosamente não é mencionada nenhuma tempestade. Os meses passaram, e Sem uma real conclusão sobre do caso, os assustados moradores começaram a criar possíveis teorias bizarras, Segundo alguns, um dos três vigias teria ficado louco e assassinado os outros dois enquanto estavam dormindo, Ele teria arrastado os corpos até o mar, e os amarrados a pedras para que afundassem. Finalmente, descontrolado e arrependido de seu ato, o assassino teria saltado para as águas revoltas onde também morreu. Alguns chegaram a dizer que houve algum tipo de luta na qual a porta foi trancada e barrada, mas que mesmo assim, a violência fez romper o bloqueio de tal maneira que todos acabaram mortos. Suspeitas a respeito de Donald MacArthur foram levantadas, e alguns chegaram a dizer que ele tinha sérios problemas mentais, e que já havia passado alguns anos em um manicômio. Mas obviamente Nada disso foi realmente comprovado. Há rumores ainda mais estranhos que mencionam discos voadores, serpentes marinhas, e até mesmo um lendário pássaro gigante do folclore escocês que teria atacado o farol e levado seus ocupantes. Há também histórias sinistras sobre fantasmas que atraíam homens para os penhascos e ventos repentinos que os lançaram para morte nas águas frias. Mas todas horripilantes historias cessaram em 1971. Pois o farol foi modernizado e totalmente automatizado, dispensando a necessidade de vigias permanentes na ilha. Mesmo assim ate hoje o farol flannan ilumina as noites no oceano da escócia, e muitos marinheiros afirmam que quando passam perto, ouvem fortes gritos vindos de dentro dele. Sobrenatural ou não, os corpos dos faroleiros James Ducat, Thomas Marshall e Donald McArthur nunca foram encontrados, E depois de todos esses anos, ninguém sabe ao certo o que realmente aconteceu com aqueles três homens nas noites dentro do farol.
 
Enfim galera...E conforme o tempo passa, milhares de teorias surgiram, a maioria sobre maldições, abduções alienígenas, suicídios coletivos, e ate monstros do mar é contada aos arredores das ilhas. Ironicamente a luz que eles usavam para guiar os marinheiros de volta para casa, não funcionou para os três. Pois Em dezembro de 1900, Três experientes Homens Entraram em um farol, E nunca mais foram vistos. O mistério do farol da ilha flannan, Permanece um grande enigma ate hoje.