sexta-feira, 30 de setembro de 2016

MC MILK A REVELAÇÃO DO FUNK POP

 
Fala Galera...Enquanto alguns estão abandonando o “MC’ dos Nomes, Alguns estão vindo com Tudo. A prova disso é o Cantor MC Milk, está fazendo o maior sucesso na Web e já esta sendo chamado de “Biel do bem”. Victor Hugo Leite dos Santos conhecido como MC Milk é um cantor brasileiro de 18 anos de idade, no últimos dias ganhou grande destaque nas redes sociais por ser comparado com o cantor Biel, ele é chamado de “Biel do Bem”. Ele lançou nesta semana o clipe “Você é Linda” na batida pop melody no seu canal no YouTube e chama atenção porque no refrão ele se comunica com deficientes auditivos através de Libras. Seu Nome completo é Victor Hugo Leite dos Santos,ele Nasceu e Mora em Brasilia. MC Milk é uma nova aposta do Funk, ele deu uma entrevista para o jornal Extra e fala que em Brasilia o mercado do funk é fraco e se tiver que se mudar para São Paulo ou Rio de Janeiro, vai com tudo . Recentemente, ele também foi citado em uma matéria no maior site de música pop do Brasil, Portal POPline.
Milk ganhou muita popularidade na internet ao gravar clipe com língua de sinais. 'Biel Do Bem', este é o adjetivo dado ao funkeiro MC Milk em suas redes após clipe com língua de sinais.  Desde que MC Milk dilvugou o clipe de “Você é linda” em seu canal no Youtube. O brasiliense, de 18 anos, vem conquistando o público com seu pop melody. O artista que vem despertando interesse nas redes sociais. Seu nome é Victor Hugo Leite dos Santos , mora com os pais na capital federal, faz aula de canto, dança e libras. Se sua popularidade entre o grande o público ainda é nula, nas redes sociais, o funkeiro já tem um público teen muito forte e suas postagens lotam de comentários que vão de elogios profissionais aos carinhos pra lá de ousados de seus seguidores. A música é sentida! Foi com essa ideia que o cantor brasiliense MC Milk lançou seu mais novo clipe. Nesta segunda-feira, 26 de setembro, o calendário marca o Dia Nacional do Surdo e para tentar chamar a atenção para a inclusão social, o vídeo para “Você é Linda”, além de som, tem legenda e a língua de sinais (Libras).
A inspiração veio de uma deficiente auditiva, aluna do curso de Licenciatura em Dança do Instituto Federal de Brasília e da falta de inclusão social dos deficientes na nossa sociedade. “Em uma viagem a São Paulo, enquanto estava em um mercado, observei duas surdas conversando, elas estavam lá, mas parecia que elas estavam isoladas, que elas não pertenciam ao mesmo mundo de nós, que somos ouvintes. Alguns dias depois meu assessor recebeu uma mensagem no seu telefone. A pessoa se identificou como meu fã e perguntou se eu sabia falar em LIBRAS. Foi algo, assim, do nada. Alí tive a certeza que eu podia e deveria fazer algo que trouxesse a inclusão dos surdos na minha música de trabalho”, revela o cantor. “Qualquer um é capaz de se comunicar com um deficiente auditivo desde que queira. Eles não podem ouvir essa música, mas podem sentir e se emocionar!”, Milk disse. O brasiliense, de 18 anos, canta seu pop melody e no refrão se comunica com deficientes auditivos através de Libras, a lingua dos sinais. Não é fofo? “Senti necessidade de fazer algo desde que conheci uma garota e perguntei a ela como ela conseguia escutar música. Ela me disse que sentia. Quis retribuir”, conta o garoto. O lançamento oficial do videoclipe foi no auditório do Instituto Federal de Brasília (IFB),em um evento que reuniu surdos de todo o Distrito Federal.
Não é só esta iniciativa que faz de Victor Hugo Leite dos Santos um bom moço no meio funkeiro. Ele ainda mora com os pais na capital federal, nunca namorou e pontua suas frases com um “Graças a Deus”, “Que Deus abençoe”, “Tá amarrado”. Fruto de uma criação com os pés nas igrejas evangélicas e católicas. “Deus está no coração de cada um, não sou praticante, mas tenho fé”, pondera ele, que não teme ficar taxado de careta: “Não mesmo. Prefiro ser um bom exemplo”. Sobre a comparalção com MC Biel, MC Milk diz que é bom e ruim ao mesmo tempo. “Ele teve um relativo sucesso até se meter em algumas polêmicas. E isso é bom. Mas não quero que as pessoas achem que o imito, porque não é o que faço. Quero ter meu espaço”. avisa. É com aulas de canto, dança e ainda as Libras que ele se prepara para entrar num mercado cada vez mais competitivo. “Sei que é mais difícil porque em Brasília o cenário de funk é quase nenhum. Estava fazendo alguns shows, mas decidimos parar e reorganizar tudo. Se tiver que me mudar para o Rio ou São Paulo, vou com tudo”, observa MC Milk. “A sociedade precisa saber que nós também podemos dançar. Não podemos ouvir, mas podemos sentir a vibração da música”. 
 
Foi após saber desse depoimento de uma aluna surda que faz o curso de Licenciatura em Dança em uma turma regular do Instituto Federal de Brasília que o MC Milk passou a pensar em uma maneira de fazer que a sua arte pudesse dar voz aos que não ouvem. O cantor conta que aprendeu que uma das melhores formas de incluir os surdos na sociedade é tornando possível a comunicação deles com as demais pessoas. “Em uma viagem a São Paulo, enquanto estava em um mercado observei duas surdas conversando, elas estavam lá, mas parecia que elas estavam isoladas, que elas não pertenciam ao mesmo mundo de nós, que somos ouvintes. Alguns dias depois meu assessor recebeu uma mensagem no seu telefone. A pessoa se identificou como meu fã e perguntou se eu sabia falar em LIBRAS. Foi algo, assim, do nada. Ali tive a certeza que eu podia e deveria fazer algo que trouxesse a inclusão dos surdos na minha música de trabalho”, revela o cantor. Com pouco mais de 1 ano e meio de carreira Victor Hugo Leite, ou simplesmente Milk como é carinhosamente chamado desde criança pelos amigos, vem chamando atenção pelo carisma e energia contagiante em suas apresentações. Sempre sorridente, o jovem cantor conta que tem se surpreendido com o assédio das fãs e por ver que todos já cantam suas músicas quando chega aos shows. “Não imaginava um retorno tão rápido assim e devo parte desse sucesso à Tati Zaqui, que desde o início me apoiou e me convida para cantar em seus shows sempre que vem a Brasília. Já a considero como uma madrinha”, disse Milk.
Enfim Galera...Se ele ainda não é um ídolo teen, nas redes sociais o garoto já caminha para ser um destes fenômenos, a cada dia mais assediado. “Não vou mentir. Recebo muitas cantadas. Algumas bem sem noção até. Outro dia me mandaram uns nudes no inbox. E muitas meninas perguntam se podem misturar o café delas ao meu milk”, conta, sem graça. As mocinhas, porém, podem ter um entrave. Para usufurir do corpinho sarado do cantor têm que ser mais maduras que ele: “Eu gosto mesmo é de mulher mais velha”.Vlw Galera Ate.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

VAI QUE VIRA AMOR WANESSA CAMARGO NO SERTANEJO


Fala Galera...Depois de Anos dedicada à música Pop e Eletrônica, a cantora Wanessa anunciou uma nova fase da carreira, com empresário sertanejo.  O trabalho da artista, antes administrado pelo marido dela, Marcos Buaiz, está a cargo do escritório de Wander de Oliveira, responsável por vários artistas sertanejos. Wanessa Camargo divulgou “Vai que vira amor”, é uma música simples, com letra romântica junto a elementos de arrocha, gênero que mistura a música sertaneja com o forró. Canção já soma mais de 50 mil visualizações no YouTube. Wanessa, que já teve uma fase na música romântica e outra no pop, agora aposta em um estilo sertanejo romântico. Junto à música, foi lançado um vídeo, no qual a cantora aparece em estúdio cantando, dançando e se divertindo durante a gravação. Vai que vira amor é o segundo single dessa nova fase da carreira de Wanessa. O primeiro foi Coração embriagado, uma balada sertaneja que foi responsável por inaugurar o estilo na voz da cantora. Apesar das duas canções, a artista ainda não confirmou uma data de lançamento para seu novo trabalho, mas tudo indica que ele seja lançado ainda neste ano.
Wanessa Camargo está de volta. Agora com o sobrenome que havia abandonado em 2009, a cantora também mudou o rumo de seu trabalho: trocou a diva pop,que se encaminhava para uma carreira internacional,pela romântica sertaneja. Ela Diz:"Eu estava indo para um trabalho que seria muito rápido de fazer, no caminho de 'Shine It On', já tinha até escolhido algumas músicas. Mas olhei para o trabalho e estava sem tesão, sem a paixão. Estava fazendo por fazer. Foi quando parei tudo e pensei em tentar compor de novo". contou ela ao UOL, no escritório do marido Marcus Buaiz, em São Paulo. Para este recomeço, ela lançou o single "Coração Embriagado". Em quatro dias disponível na web, a música chegou a 200 mil audições. Ainda que os números não sejam tão expressivos como os de "Fly" em sua era pop [2007 a 2013], quando ela batia Fergie e seu Black Eyes Peas em execução nas rádios, Wanessa jura estar satisfeita. Ela Diz: "Lógico que quero aprovação do público, show lotado, me sustentar e ganhar dinheiro com o meu trabalho. Mas, para que isso aconteça, eu tenho que estar satisfeita e feliz. As pessoas falam de modinha, mas cabe a você saber o peso do que as pessoas falam. E eu sei o que sou, sei a minha verdade".


= Desde o disco "DNA" (2011) você não lançava um álbum de estúdio. Por que tanto tempo?
Fiquei um ano parada depois do meu segundo filho [João Francisco, em 2014], mas este momento foi muito importante para mim. Eu estava indo sem saber se era aquele caminho [musicalmente] que eu queria tomar. Estava indo para um trabalho que seria muito rápido de fazer, no caminho de "Shine It On", já tinha até escolhido algumas músicas. Mas olhei para o trabalho e estava sem tesão, sem a paixão. Estava fazendo por fazer. Foi quando parei tudo e pensei em tentar compor de novo. O processo começou em maio de 2015 e agora estou entregando esse trabalho.

= Com a divulgação da música "Coração Embriagado", percebemos uma nova Wanessa. É isso que podemos esperar nessa fase?
Também nunca me vi assim, mas o sertanejo é algo muito natural para mim. Cresci em volta de moda de viola de raiz, então para mim não é um mundo estranho. O álbum "Total" (2007), antes da minha virada para o pop, tem várias sonoridades assim e realmente já me senti meio vazia para aquele tipo de trabalho. Queria testar outra coisa. Como sou uma pessoa eclética na música, do pop ao rock, são coisas que eu sempre quero colocar no trabalho. Estou buscando definições diferentes até morrer, quero estar em mutação porque isso me faz crescer e evoluir. Não é que eu não tenha uma personalidade. Tenho e sei para onde quero ir. Quero poder ir para qualquer lugar onde eu quiser. A minha personalidade é buscar mudança e transformação.

= Em 2009 você deu uma entrevista dizendo que respeitava a música sertaneja, mas que não era o tipo de trabalho que queria fazer. O que te fez mudar de ideia nesses oito anos?
O que mudou é que você começa a ver outras coisas, e gosto é isso. Em 2009 eu estava ouvindo Madonna, Beyoncé e a identidade tem a ver com isso. Naquele momento era aquilo que eu queria explorar e isso muda. Comecei a ouvir algumas músicas dentro do sertanejo e fui me apaixonando, comecei a ver que essa fase nova [do sertanejo] estava linda. A minha música "Tanta Saudade" (2001) seria parecida com as sertanejas de hoje. Já sabia que eu voltaria para o romântico porque estava compondo assim, então foi questão de trazer coisas novas para o trabalho. O legal é você poder não se limitar nas coisas. Você não tem que morrer com aquela opinião, você muda.
 

= Então você é uma cantora sertaneja agora? 
Sou uma cantora sertaneja, obrigada [risos]. Eu me considero sertaneja, romântica, o que as pessoas quiserem porque eu não vou me rotular. Assim posso brincar com vários estilos dentro de um trabalho. Nesse trabalho tem uma pegada sertaneja forte, então para o mercado rotular, sim, é sertanejo. 

= Quando você tirou o Camargo do nome artístico foi para promover um reposicionamento de imagem. E agora você colocou o Camargo de novo...
Quero me reposicionar com o português, com a música brasileira, porque o Camargo tem essa linguagem. No pop eu precisava daquela linguagem mais simples e que conseguisse mostrar para as pessoas que, musicalmente, era algo diferente. São dois alter egos, tenho as duas [Wanessas], mas que não deixa de ser eu. É uma coisa legal porque posso brincar com esses dois lados.

= Teve fãs da sua época pop-eletrônico que não aprovaram a mudança. O que você acha disso?
Tenho fãs do começo da carreira que não aceitaram o pop na minha vida e se afastaram. Não me criticaram, só me respeitaram. Hoje estou vendo uma volta muito legal desses fãs que não estavam me acompanhando mais. Quando lancei "Fly", muita gente que não gostava do meu trabalho começou a gostar. Sei que esses fãs estão insatisfeitos, tristes, e só cabe a mim respeitar e entender a reação deles. Espero que eles entendam que não é nada para magoar ninguém, mas que, como artista, preciso dessa liberdade para ser feliz.

= Com o sucesso do pop-funk, como Anitta e Ludmilla, você ficou com medo de não ter mais o espaço que tinha? Isso influenciou na mudança? 
Nunca acreditei que não há espaço para alguém. Isso você cria com o seu merecimento, independente de como está o mercado. Nunca acreditei que, só porque todo mundo canta funk, eu estaria ferrada. Esse nunca foi meu motivo e nem nunca vai ser. A minha preocupação é entregar um trabalho no qual eu acredito. Lógico que quero aprovação do público, show lotado, me sustentar e ganhar dinheiro com o meu trabalho. Mas para que isso aconteça eu tenho que estar satisfeita e feliz. As pessoas falam de modinha, mas cabe a você saber o peso do que as pessoas falam. E eu sei o que sou, sei a minha verdade.

= Tem gente falando que você está no sertanejo porque o estilo está bombando e você está visando dinheiro. O que você acha disso? 
Sempre que as pessoas não querem ouvir seu trabalho vão dizer que você segue modinha, mas sei o que estou fazendo. Passei um ano e meio produzindo esse trabalho e essa é a minha verdade. Como posso fazer algo que é mentira para mim? Se acham que é modinha ou não, estou só fazendo o meu trabalho.

= Ainda existe uma esperança dos fãs verem você dançando e cantando "Stuck On Repeat" e "Shine It On" nos shows? 
Você acha que eu não vou cantar "Shine It On" no show? Vai ter o momento sofrência, o momento "O Amor Não Deixa", o momento "Shine It On". Eu sou isso, sou essa gama de músicas que sempre gravei e acreditei.
 

= Seu marido, Marcus Buaiz, te ajudou muito a migrar para o pop. Esta nova fase também tem o dedo dele agora?
 Ele sempre respeitou muito as minhas vontades artísticas e me ajudou a dar vazão a isso, de como chegar a um produto para as pessoas. Piro nas minhas músicas, vou artisticamente criando, então ele me ajuda. Ele é o meu maior parceiro.

= E quem é Wanessa Carmargo hoje, aos 33 anos, e prestes a lançar um novo álbum?
Sou uma mãe hoje. Eu me defino como mãe, minha vida é estar com os meus pimpolhos, mas também sou apaixonada pelo que faço, pelo trabalho, pelas pessoas, eu amo as pessoas. Isso me faz querer me relacionar com as pessoas. Sou uma menina, porque muitas vezes sou insegura com as coisas. Não gosto de confronto, não gosto de magoar ninguém, não sei falar 'não', então sofro bastante. E isso é um aprendizado, mas me vejo uma pessoa em constante crescimento, me cobro muito isso. Sou uma capricorniana daquelas. Me considero uma pessoa que respeita bastante as opiniões, diferenças. É difícil se definir porque a gente está em constante mutação, o tempo todo.